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NAS ONDAS DA VIDA ESCREVO MINHA ARTE!

Permito-me ser em minha essência, navegando os mares, alcançando os ares, enquanto existo sobre a Terra... Aqui neste espaço, uma parte de minha alma se revela... Apenas parte... Sou a Sereia Noturna... Sou a Nice Aranha!

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GIRA A RODA, GIRA.

O quê dizer dos acontecimentos estampados nas manchetes dos jornais, o quê falar das atitudes desumanas praticadas no nosso cotidiano, o quê pensar dos desastres naturais, o quê questionar na educação mundial, o quê queremos no atendimento médico e hospitalar, o quê fazer a respeito das políticas públicas, o quê acreditar no quadro político, o quê esperar da economia, o quê?

 

Quanto mais o tempo passa, a pressa é maior e a eficiência é menor. Atolamo-nos de tarefas, horários e compromissos, sem nos importarmos com o homem ou a humanidade. O capital é sem dúvida, o bem mais almejado e buscado pela sociedade, que na maioria das vezes o camufla em diferentes roupagens.

 

Infelizmente sabemos que este não é o caminho da realização e da felicidade, muitos conquistam a fama e o poder econômico e apesar de tudo não teem nada, bens móveis e imóveis veem e vão, e o que realmente precisamos e necessitamos não se esconde no domínio das cédulas, moedas e holofotes.

 

Diante das doenças, dos acidentes, das fatalidades, vemos a fragilidade do tempo que temos para a concretização dos nossos desejos, anseios e vontades.

 

Quando nos permitimos ser, descobrimos que deveríamos ter amado mais, ter vivido mais, ter convivido mais,  ter cuidado mais… Como já diz a música dos Titãs, Epitáfio, e se registram nos marcos históricos de toda a humanidade.

 

Por que não fazer o mundo girar, mudar de atitude, valor, ajudar os outros, realizar planos?

 

Durmo e acordo na confiança de que um dia a roda faça o mundo ir em direção do bem e da paz.

 


Nice Aranha

 

EU ACREDITO!

Aventuro-me pela vida em busca de um significado maior, deparo-me com muitas decepções e por vezes chega a ficar difícil acreditar num mundo melhor. Mas é a fé que me faz acreditar e seguir com coragem rumo ao futuro.

 

Não há no presente nada que nos possa dominar o suficiente para desistirmos sem lutar.

 

Por isto, escolho sempre o bem, e sinceramente sigo confiante rumo ao que esta porvir.

 

Somos todos seres humanos, passíveis de erros e acertos, prefiro acreditar que o melhor das pessoas sempre aparecerá, seja aonde for de que forma for.

 

Lutas sempre farão parte da jornada da chamada vida, o importante é não nos negarmos a chance de fazê-la brilhar e irradiar a sua luz.

 

Apesar de “existirem pedras pelo caminho”, como já dizia o poeta Drummond, e estas sempre se farão notar,  obviamente comprovam as experiências científicas,  bem expressas por Lavosier, que no mundo “nada se cria nada se perde, tudo se transforma”.

 

Deste jeito, com paz e tranquilidade no coração, sigo não só permitindo a transformação como também tentando modificar  atos, expressões e sentimentos que não cabem mais na nossa verdade.

 

Para o bem estar da pátria amada mãe gentil, cravada em nosso peito varonil, que reclama que sejamos os filhos deste solo que mistura raças, credos, amores… Na liberdade e igualdade auferidas pela nossa Constituição.

 

 

Nice Aranha

 

Espetáculos do Circo Nacional

Peculato, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, são alguns crimes da nossa tipificação penal, que por algum mistério, não têm suas penas devidamente aplicadas…

Bem, como disse o ex-dirigente nacional, somos mesmos membros participantes de um grande espetáculo de circo…

E dá agora para entender porque é o palhaço, a alegria da garotada! O palhaço entra em cena e a garotada cai às gargalhadas…

Enquanto o povo, Zé Ninguém, não tem nem para o ingresso!

E eles fazem tão bem as graças, que nós arcamos com as consequências, calados, perplexos!…

Vamos fechar para balanço, esperar a prescrição, aplaudir as denúncias que ficarão no esquecimento; afinal, não há o que se julgar, nem crime algum… É o que dizem!…

E assim, aconteceu. As atrações passaram uma a uma, recolhendo cada uma o seu quinhão. Mas juntando todo este montante, a grana? Ninguém sabe ninguém viu…

O espetáculo anunciado e estampado nas manchetes dos jornais e telejornais, de forma evidente e exaustiva, assaltava ao povo, porém já prenunciava a pizza. Aquela tão conhecida, que acaba no esquecimento com o passar do tempo.

Vieram às cuecas, as malas, um enorme repertório de absurdos nacionais. E quando esperávamos que as coisas se amenizassem, surgiram novas bandeiras, novas atrações, a entreter o público.

O picadeiro continua montado. As diversões possuem agora vários atrativos que variam de acordo com o itinerário, de norte a sul, leste a oeste, reunindo diversos artistas da malandragem.

Não é diferente aqui em Campinas – chegam às malas em plena luz do dia – e creiam nada se sabe ou se viu…

Mistério!?!?!?…

Nice Aranha

Notícias

Notícias chegam de todas as partes, de todas as cores, de todas as raças e de todos amores.

 

Elas chegam sozinhas, acompanhadas, estão escritas, são clamadas, repetidas, citadas…

 

Não importa, felizes ou tristes elas chegam e se instalam nas páginas amareladas, na web, nos telejornais, nas vias do rádio, ou apenas no boca à boca.

 

Assim, elas se fazem, transmitem, repassam… As nossas notícias, chegadas, partidas, cantadas, silêncio!…

 

Notícias inéditas, descobertas, históricas, geográficas, biológicas, matemáticas, exatas, metódicas, gramáticas, interpretativas, são notícias do dia, dos tempos passados, quiçá do futuro alguma profecia.

 

São notícias de sangue que comovem e emocionam, mais que rubro, também tingem as dores, e os batuques da esperança, no lazer, nos jogos, na perseguição, no assalto.

 

São as mesmas notícias que encantam e destroem, que formulam e questionam, criticam e floreiam, as artes, a música, a saudade cortante, a paixão fulminante, o amor triunfante.

 

Ah, estas notícias, que transpõem  a barreira das idades e entre todas as cidades, é capaz de enorme façanha, tão jovem se assanha, e madura se deita no repouso dos justos.

 

Breves e longas notícias, bem vindas ou não, elucidam e apontam, prometem, orientam…

 

Mas sendo notícias, reais, fictícias, são sempre notícias, as mesmas notícias que se repetem de versos diversos, replicando anversos, a nos descobrirmos manchetes, expressas notícias impressas na vida!

 

 

Nice Aranha

Todos os tempos num só presente


Vivemos uma época de transformações onde as coisas não estão claras, as dúvidas assolam todas as esferas.

No afã dos tempos modernos cheio de tecnologia, para tudo se tem pressa, mas é um “tal” de encaminhar de um pro outro que ninguém resolve nada, ou até que se consiga resolver algo, passaram-se vários dias, meses…

Antigamente, e olha que nem tanto tempo assim, usava-se carbono para a segunda via, a máquina elétrica era luxo de poucos, mas o trabalho se resolvia, as repartições diziam em dois dias o documento estará aqui, e estava apesar de todas as circunstâncias desfavoráveis.

Hoje os tempos são outros, a informação flui de forma rápida, porém muitas vezes equivocadas, as cobranças são agressivas, o ser humano “stressou”.  

Ao mesmo tempo, que a velocidade aumentou, não há como armazenar todos os dados, as mensagens são codificadas, abreviadas, anotadas, não há como detalhar, organizar, a qualidade caiu é fato.

O ensino tem mudado tentando se adaptar as novas exigências, mas não estamos preparados para todas as mudanças.

Sinto saudades dos tempos idos, onde o humano era mais valorizado, respeitado, porque o humano existia.

Concordo e admiro o novo e o antigo, contudo de ambos devemos carregar o bom e o útil. Aprendendo sempre com os erros e equívocos seguimos nossa cavalgada. Espero que consigamos.

 

Nice Aranha

 

 

Absurdos Nacionais


O dinheiro anda escasso para o povo brasileiro. As novidades tecnológicas chegam para facilitar a vida do povo que a cada dia tem menos tempo para resolver seus problemas trabalhando demasiadamente e ganhando cada vez menos… Pois é, deveriam. Mas, como se não bastassem, por medidas de segurança,  resolvem tingir o nosso dinheiro invalidando-o… Ótimo. O problema é que este “money” sai dos bancos 24h e o cidadão que não pode ir ao banco no horário de trabalho pode perder seu parco dinheiro? E se este for o único que lhe resta para sobreviver durante o mês? Não poderão estes cidadãos faltarem ao serviço e entrarem com processos intermináveis que atolarão ainda mais o judiciário caótico. Meu bom Deus, pagam os bons pelos maus? Não é assim, não pode ser assim… Cadê os respeitos aos cidadãos? Cadê o respeito à nossa Constituição? Precisamos punir aos infratores e não os seres humanos!

 

Nice Aranha 

Matéria publicada no Jornal Correio Popular em 2011

A TRISTE POLÍTICA CAMPINEIRA

 

Sobre nossas cabeças despencam sentenças de escolhas equivocadas. A cidade de Campinas perde muito de seu glamour e requinte, diante das alarmantes e terríveis notícias divulgadas nos noticiários. Precisamos nos conscientizar que voto não é brincadeira, esta não é a primeira nem será a última vez que veremos estampadas nas manchetes os caos provocados por pessoas que nos representam. Porém, peço encarecidamente ao povo, guardem em sua memória os fatos e quando forem eleger alguém, tenham tudo isto em mente. Por um futuro melhor, arquivem, registrem, para que adiante possamos escrever uma nova história menos trágica.

 

Nice Aranha

 

Matéria publicada no Jornal Correio Popular em 2011

Bancos

Não dá mais para suportar o tratamento dado aos clientes dos bancos quando estes necessitam recorrer às agências. Está na hora do Procom tomar uma atitude a respeito. Nesta quarta, 21/7, ao dirigir-me a uma agência no Taquaral, retirei todos os meus pertences de dentro da bolsa, mostreia-a, ao guarda, vazia, e nem assim consegui adentrar a mesma (pasmem, por causa dos enfeites da bolsa). Acho um absurdo essa falsa segurança pois, onde ficam os caixas eletrônicos, todos entram com bolsas, guarda-chuvas e tudo mais… Ridículo e absurdo que, em dias de chuva, ou se estiver usando determinados acessórios, os correntistas não possam ser atendidos como clientes, cidadãos, humanos e honestos que são, a pretexto de uma ideia mentirosa de segurança. Porque sabemos que uma arma rende o dito guardinha da entrada (…). Infelizmente, o povo é impedido de realizar suas transações bancárias dentro dessas instituições. Quero entrar na minha agência com minha bolsa, meus brincos, próteses, se um dia as tiver, sem ser brecada e penalizada por algo que não fiz.
 
Nice Aranha
Assessora jurídica, Campinas
 
 
Matéria publicada no jornal Correio Popular de Campinas em 25/07/2010

Eleições


É chegado o momento de agirmos com bastante cautela, as eleições estão aí e precisamos estar conscientes das consequências de nossos votos. Não vejam simplesmente as propagandas, geralmente manipuladoras, mas conheçam o histórico dos candidatos, o que fizeram e até que ponto são capazes de chegar. Não se deixem iludir por belos anúncios, investiguem. É dito que o povo tem o governo que merece e, infelizmente, esta é a verdade, somos nós que damos poder aos políticos e os tornamos nossos representantes. Até quando vamos suportar tantas irregularidades? Que mundo deixaremos aos nossos sucessores?


Nice Aranha
Assessora jurídica, Campinas



Matéria publicada no Jornal CORREIO POPULAR de Campinas em 17/07/2010.

Capitalismo X Humano

Tenho lido comentários interessantes dos leitores sobre nosso cotidiano, política, educação, cultura, esporte, eleição, saúde… Em tudo o quê se nota e nos deixa perplexos, são as trocas de valores, onde o capital é superior a capacidade do indivíduo, onde a impunibilidade de uns tantos é absurda, onde a memória restringe-se ao imediato, onde a célula mãe da sociedade se esvai entre os dedos, a família, onde a educação é revestida de falsos números ao invés da qualidade, onde a liberdade é cada vez mais vigiada por câmeras, onde o egoísmo prevalece… O incrível disto tudo, é que ferimos nossas liberdades de ir e vir, desacreditamos antes de acreditar, odiamos antes de amar… Fugimos das nossas essências, “ser humano é um ser eminentemente social” (Aristóteles), e enquanto estivermos nos afastando desta realidade, pairamos sobre os mares das desgraças e incertezas.

 

Nice Aranha

Campinas, 15 de julho de 2010